sonhos, delirios, palpites, ensaios, visões, opiniões...

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Easy – Faith no More

Não é a primeira vez que eu falo e acredito que não será a última. O maior problema do Brasil é o brasileiro.
Mas a verdade é que o brasileiro não é culpado desse comportamento, a população foi criada e é estimulada a esse comportamento. Sem querer ser chato ou repetitivo, novamente vou comentar o nosso passado.
Diferente dos países do Norte e da Austrália, a colonização quando aconteceu aqui e em toda América Latina foi realizada apenas com o objetivo de explorar. Dentre os principais motivos para que fosse uma colonização exploratória estava o clima.
O clima aqui era muito mais agradável que nos países que desenvolveram a exploração, esse clima propiciou que a parte rural junto com a vegetal fosse muito superior ao dos países que nos colonizaram.
Assim podemos dizer que o que nos prejudicou foi a facilidade. E isso se repetiu, se repete.
Pulemos no tempo a paramos a quase um século atrás. Vamos falar da segunda guerra mundial, aquela das bombas de Hiroshima e Nagasaki. Por mais que digam na minha opinião duas nações foram as duas vencedoras da guerra.
Primeiro os EUA que mesmo que você não o suporte, depois da guerra eles dominaram o mundo, fez com que o mundo os aceitasse/engolisse o seu modo de vida. Forçar pode ser errado, mas eles conquistaram a possibilidade de tentar.
Quanto ao Japão, país o qual até não muito tempo atrás era a segunda maior economia do mundo, é um dos países com maior longevidade e também um dos que melhor sabe usar a tecnologia que desenvolvem.
Em compensação ele é uma ilha nada tropical que neva, onde é comum acidente naturais como terremotos, tsunamis, não existe a possibilidade de pecuária. Assim todo o modo comum de alimentação foi baseado em elementos vindos do mar e vegetais. Influenciando o desenvolvimento biológicos de seus habitantes, e futuramente em seus hábitos.
Sem prolongar muito a história algo que fica bem claro é que o resultado da solução de um problema fácil nem sempre é bom.
Em outras palavras a facilidade leva a acomodação que é quase o mesmo que preguiça.
Isso leva a atitude tomada pelo torcedores japoneses que foi até noticiada, por ser algo muito fora do normal por aqui: Torcedores do Japão dão show de educação e limpam estádio após jogo

Isso mostra que não basta apenas aumentando o consumo que vai evoluir o país, é preciso investir em educação.

O brasileiro precisa aprender a identificar o verdadeiro culpado dos seus problemas e precisa aprender a resolver os mesmos. E ainda deixar de ser imediatista.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Walk Away – Sisters of Mercy

Transito, locomoção, isso realmente se torna um problema. Um problema que poderia ser resolvido, mas para este ser resolvido é necessário algo chamado colaboração.
Porém algo que é muito comum é o egoísmo é muito mais comum, e nesse caso o egoísmo leva a valorização de algo que prejudica a coletividade.
Mas é importante falar que suas manifestações sempre é dito sobre a precariedade dos serviços públicos, de seu custo e da remuneração inadequada.
Porém o desejo que muitos possuem é conseguir a satisfação pessoal, logo como já foi dito o egoismo predomina e acaba prejudicando não apenas os envolvidos, mas todos.
Enquanto determinados grupos questionam o valor das passagens (de ônibus metrô) outros questionam o salário de seus funcionários. Deste modo todos desejam benefícios, mas não desejam trabalhar por eles. Acreditam que é um direito, uma obrigação.
Agora segue um pouco dos meus devaneios em meus delírios críticos.
Primeiro falarei um pouco sobre economia, eu não sou um economista, mas sei o básico e o pecado está ocorrendo justamente no básico.
Quanto maior a procura e menor a oferta maior o custo.
Mas onde isso se encaixa em nosso cenário atual?
Bom o transporte publico é uma necessidade logo ele deveria ter uma grande procura, e tem, mas ele minimizado pelo seu usuário que na primeira oportunidade o deixa de usá-lo. Sendo que as cidades cresceram de tal modo que o transporte motorizado individual cresceu, prejudicando o transporte coletivo.
Fazendo uma observação o estimulo ao transporte individual é visto como uma conquista, conseguir adquirir seu caso é a realização de um desejo. Logo estimular o seu consumo aumenta a circulação monetária e melhora a visão com o governo. (seja qual governo for)
Então se o transporte publico, sim ônibus e metrô, fossem realmente utilizados teríamos muitos benefícios.
Eles poderiam ser mais baratos e melhores, já que devido ao número de usuários o investimento teria um bom retorno, também como o espaço usado no trânsito melhor. Já que em um ônibus temos mais de 20 passageiros (em um não cheio), agora em um veículo individual normalmente temos 1 passageiro. Porém em um ônibus temos seus 35 metros quadrados com 20 passageiros, logo menos de 2 m² por passageiro, e um carro usual tem 7,5 metros quadrados para 1 passageiro.
Então além do maior espaço ocupado temos o maior desgaste do asfalto das ruas, logo maior custo. Maior custo de bens públicos gera maiores impostos os quais geram produtos mais caros, que resulta em inflação e desvalorização do salário. Salários menores mais greves...
Sempre é desejada a solução imediata, sem pensar nas consequências.

E eu criticando a sociedade para variar...

domingo, 8 de junho de 2014

Pain is so Close to Pleasure - Queen

Antes de começar o meu discurso já deixo bem claro: EU NÃO GOSTO DE FUTEBOL!!!


Mas quero deixar bem claro que eu não odeio o esporte, sou indiferente em relação ao mesmo.
O que realmente incomoda é o fanatismo. A favor ou contra o esporte.
Apesar de não gostar eu sei que futebol é o esporte mais popular do mundo. Entre os países desenvolvidos/civilizados o único que demostra não se importar com futebol é os EUA.
Falando da Copa eu dou pouca, na verdade nenhuma, importância para o esporte envolvido. Mas sendo sincero existe apenas mais um evento esportivo com tamanho envolvimento mundial e destaque na mídia, além da Copa é as Olimpíadas.
Mas as Olimpíadas é composta por muitos esportes, e muitos que recebem destaque. Então mesmo não ligando para o esporte sei que ele é o mais importante para o mundo, logo um campeonato mundial como a Copa tem o privilégio de colocar este esporte em evidência.
Porém a importância que é dada a esse evento por aqui é errada, muito errada.
O evento é visto somente como uma competição esportiva, onde o sucesso é alcançado conquistando a medalha ou troféu. Mas se ignora por completo o resultado turístico, financeiro e de exposição que o evento resulta.
Esses resultados são consequência de aspectos que não fazem parte do modo de operar comum na sociedade.
Os aspectos são esforço e planejamento. Sem contar que o melhor resultado que a Copa vai gerar não é sentido de imediato.
Mas isso é ignorado, pois apenas é considerada a diversão que pode gerar resultados imediatos.
Entretanto o imediatismo que é praticado não gera esses resultados imediatos, em muitos casos até gera problemas. Os quais geram reclamações e necessidades. Necessidades que geram atos populistas de resultados imediatos. Que geram mais problemas e entramos no circulo vicioso.
O pior é que eventos como esse deveria gerar bons resultados a longo prazo, assim depois da copa deveriam ser aproveitados todo destaque e visibilidade que foi dado ao país.
Mas a população do Brasil não é madura o suficiente, apesar de achar que é, e eventos como esse são realizados apenas pensando no seu benefício, pensando que esse é imediato e se realiza sem esforço.
Quando é percebido que o Brasil é um país caro e ineficiente, são realizados os protestos. Porém não consideram que a principal causa dos problemas é o imediatismo e a preguiça.
Infelizmente o país não vê a copa como uma oportunidade de progressão, para o brasileiro é apenas um momento de diversão.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

X-Men: Dias de um Futuro Passado

Assisti o X-Men: Dias de um Futuro Passado, e digo eu gostei.
Gostei mais que do Godzilla! (imagino vocês pegando um boneco de vodu com meu cabelo que vocês arrumaram, alguém fazendo uma macumba me amaldiçoando e (quem sabe) até alguém fazendo a dança da chuva)
Sinceramente da história em quadrinhos original, tem o nome e... e... bom mais alguma coisa tem. Mas eu não vou assistir filme de quadrinhos, livros ou... jogos... esperando uma boa adaptação. São dois tipos de mídia diferente, a liberdade, o tempo, os impedimentos e o retorno do que foi investido financeiramente sobre as vendas é diferente (principalmente em livros e quadrinhos).
Apenas um ensaio matemático rápido sobre o que eu falei (ensaio matemático o cara se acha) 20 sobre 100 que foi investido é 20%, agora 20 sobre 1000 é 2%. E investir sobre filmes é bem mais caro que inestir em livros e quadrinhos.

Voltando a falar do filme eu achei bem diferente da história original, mas não achei nada ruim. Pelo contrário eu gostei, gostei de quase tudo no finalzinho quando ele acorda e encontra os atores que não vão mais participar da série cagou tudo, quando a Jean aparece então eu quase tive um infarte de desgosto.
Na continuação não vão usar o elenco do First Class??? Eles tentam arrumar mas cagam tudo.
Mas o filme é bom, eu ainda acho que o filme que melhor foi adaptado dos quadrinhos para o cinema é Watchmen, porém Watchmen é uma história fechada fazer isso com algo longo como X-Men, Batman, Homem Aranha e etc. É mais complicado.
Bom no meu veredito é bom filme, bem divertido e eu suporto as cagadas que aconteceram no filme.

Antes que alguém se questione, sim eu sou um nerd da velha guarda. (velha guarda, sometimes age sucks!)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Yesterday – The Beatles

Algo muito comum na população do Brasil é a falta de memória, ou pior a memória direcionada. Essa direcionada para algo errado, sem importância ou demasiadamente valorizada.
Um bom exemplo temos na copa. O país adora futebol, produz ótimos jogadores, ótimos técnicos e mais títulos mundiais que qualquer país. Isso todos (ou quase) lembram.
Mas o meu discurso nesse momento não será sobre a Copa ou sobre o esporte bretão.
Voltando a falar da memória popular, ou como a memória do povo é trabalhada.
Memória trabalhada???
Então é política!
Sim, para ser mais exato economia, a qual querendo ou não devido a influência dela sobre a política, a economia representa mais de 50%.
Como o voto é obrigatório a partir dos 18 anos e a educação no Brasil é muito ruim, exigir que aqueles que vão escolher saibam o que estão escolhendo é exigir muito.
Acredito que poucos se lembram ou lembram corretamente como era nossa economia antes do real. Afinal o Plano Real está fazendo 20 anos, eu mesmo quando comecei a trabalhar apenas o final dele, e eu era muito novo ainda nem um pouco interessado em economia.
A inflação naquela época era em torno de 30%, nesse momento no qual a economia vai mal ela está em torno de 7%.
Na criação e aplicação inicial do Plano Real o Ministro da Fazenda era FHC, e com o sucesso do plano se elegeu presidente.
A grande verdade é que apesar de ser o Ministro da Fazenda na criação do real ele não foi seu principal criador, acredito que ele também não foi seu principal condutor. Mas ele conseguiu reunir um grupo que conseguiu idealizar e aplicar.
Mesmo assim é bom deixar claro que ele não é um economista, ele é um sociólogo.
Logo o Plano Real foi um trampolim para sua eleição, agora a impressão que eu tive/tenho é que assim como a economia foi um trampolim para o FHC, ele também sabia/descobriu que a mesma também é um trabalho que precisa de manutenção continua (acredito).
Mas devido a problemas que ocorreram principalmente na economia mundial, somado a como o mercado via o risco do Lula assumir o país, o mercado abandonou o país, reduzindo o valor que seria investido, sendo que o mais visível para o público seria a cotação do dólar.
Com o Lula eleito ele assinou aquela simbólica carta de compromisso e como na parte econômica não ocorreram as mudanças temidas pelo mercado, coisas com reversão das privatizações, isso somado ao bom desempenho da economia mundial.
Mas é importante destacar que aquilo que o Lula insistiu em chamar de herança maldita, na verdade foi algo benéfico que permitiu que ele investisse no social satisfazendo a população e se tornando popular. Agora o investimento no social foi feito sem o mínimo de planejamento.
Digo planejamento de algo que não gere dependência, algo que no longo prazo crie frutos. Entretanto do jeito que foi aplicado o serviço o planejamento consiste somente em conquistar a dependência do Estado e manter essa dependência.
Caso alguém se sinta ofendido com o que será dito agora, sinto mas é a pura verdade. Aquilo que é estimulado e premiado é a preguiça. A maioria, quase todos, habitantes desse país acredita que merece recompensa, mas pensa somente em receber, acredita que é merecedor da recompensa.
Porém o que vem sendo pago, dado não é uma recompensa. Pois recompensa é algo que é dado por um esforço, o que vem sendo dado é como um prêmio, uma “doação”.
Essa “doação” que vai gerar uma recompensa para o governo, essa recompensa será (já está sendo) popularidade. E como o voto é obrigatório e a educação muito ruim essa popularidade facilmente é transformada em poder.
Sua popularidade ficou tão grande que facilmente Lula elegeu seu sucessor. Que além de herdar o governo herdou os problemas que foram plantados.
Chegamos então ao governo Dilma, que além de ter sido fabricada em cima da hora e ser um produto sem nenhum conhecimento político, afinal ela era uma gestora.
Mas por melhor que ela fosse, e ela não é, sua herança foi um governo com compromissos econômicos e políticos. Ela apesar de não admitir realmente recebeu uma herança maldita.
Agora com sua popularidade abalada muito se pede para que o Lula seja candidato. Caso ele aceite nesse país onde como eu sempre digo o voto é obrigatório e a educação é ruim, agora some isso a falta de memória e conhecimento mais o imediatismo do povo, que o Lula seria eleito.
Então o mais lógico é que para não perder o poder o PT entraria com seu candidato mais forte. Entretanto independente de quem for eleito 2015 será um ano difícil e impopular. Para evitar ter que encarar as consequências de seu governo acredito que Lula não será candidato, mesmo que a derrota da Dilma seja certa.

Já que seja quem for o eleito 2015 será um ano muito difícil e extremamente impopular.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Lula diz que julgamento do mensalão no STF teve 80% de decisão política

Mais uma vez vemos o Lula querendo chamar atenção e defendendo os políticos do PT, o pior é que parte da população vai concordar com ele. Afinal para esse povo sem memória e sem conhecimento ele é visto como herói.
Somente lamentável.
http://g1.globo.com/politica/mensalao/noticia/2014/04/lula-diz-que-julgamento-do-mensalao-teve-80-de-decisao-politica.html

sábado, 19 de abril de 2014

I Want All – Queen

Não é a primeira vez que falo sobre isso, eu sei que muitos (quase todos) nesse país acham que o meu modo de pensar é errado. Mas sempre que eu retorno a esse assunto eu tenho mais certeza que esse é o método certo.
Tá bom vou parar de enrolar e vou falar logo. EU SOU A FAVOR DAS PRIVATIZAÇÕES, O ESTADO DEVE SER MENOR E REALMENTE CUIDAR DO QUE IMPORTA!
Primeiro, mais uma vez eu já disse antes, empresas públicas não são do povo. Na verdade elas são um grande cabide de emprego.
Empregos primeiro para políticos que muitas vezes sem a preparação apropriada ocupam cargos de decisão, com boa remuneração, e de certo modo para o publico geral. Mas!!! Como o emprego é vitalicio muitos se esforçam para passar na prova e depois se encostam. Eu disse muitos, não todos.
Assim o Estado deveria investir no básico o qual atualmente ele deixa largado. O que eu chamo de básico é EDUCAÇÃO, SAÚDE, SEGURANÇA, TRANSPORTE (assim trânsito) e parte da ECONÔMIA.
Observando os três primeiros elementos citados são oferecidos de forma privada, sendo a terceira e a quarta administradas sem planejamento, buscando resultados imediatos. Em outras palavras está tudo errado, somando ao fato que a maior parte do povo não sabe o que deseja.
Já desejam tudo, que tudo seja novo, barato e que não precise de nenhum esforço para conquistá-lo.
Esse pensamento gera muita dificuldade, gera o desejo por recompensas, mas não considera as consequências... ops estou desenvolvendo o texto por outro caminho... em outro texto que falo disso, JURO!!!
Novamente falando de como o Estado deseja fazer tudo e como consequência faz muito mal o necessário.
Vamos falar de onde o Estado deve envolver, mas não praticar e sim gerenciar. Falo da economia.
Economia de certo modo é a origem de todo mal, sendo (como eu já disse) ela é praticada buscando resultados que sejam imediatamente visíveis, os quais sempre são festejados quando alcançados.
Mas a grande verdade é que a economia do jeito que é praticada tem resultados imediatos, sem estrutura para mantê-los a longo prazo. Assim eles ficam sempre pedindo mais bondades, e a grande verdade é que essas bondades não podem ser praticadas o tempo todo.
Primeiro porque elas tem um preço, sendo que esse não é barato. E quanto maior e mais imediata for a bondade a ser realizada maior é o preço.
Bom mais uma grande verdade! O que é duradouro e substancial não apresenta resultados imediatos, na verdade eles só podem ser percebidos se
forem comparados junto com o tempo, por exemplo hoje com 20 anos muitos nem imaginam como era o Brasil antes do Real. Tempos do Cruzeiro, Cruzado, Cruzeiro Novo. Quando os preços não eram congelados pela procura, mas por ordens do governo.
Agora antes desse período, durante o regime militar, eu não posso falar. Afinal eu nem era vivo, mas pelo que dizem o problema começou nele.
Bom falando dos três do meio Saúde, Segurança e Transporte. Como eu disse o Estado oferece e administra muito mal, então as pessoas buscam saídas nos serviços privados. Como buscam os serviços privados o preço aumenta. A grande verdade da oferta contra a procura, então como ser pode oferecer menos do que é demandado, quem puder pagar mais leva.
Então não é difícil encontrar temos planos de saúde particulares (muitas vezes para cobrir o básico), segurança particular mesmo para residências e o transporte esse o grande mal das cidades grandes, os veículos particulares.
Eles logo desejam a recompensa, mesmo sem antes ter feito algo para poder cobrá-la.
Sem precisar se procurar muito um pensamento comum que é disseminado é que eu sou brasileiro, eu mereço o melhor. Nós somos o país do futuro. O brasileiro tem raça, tem garra.
Sinto se você concorda com isso, mas sinceramente essa é a maior prova de que o país se manifesta e acredita que vão receber tudo por merecer, e não por esforço.
Essa para mim é a maior prova de que a nossa educação é fraca, muito fraca.
Chegamos então a EDUCAÇÃO, afinal ela é a base. Sendo que a educação tem impacto até na ECONÔMIA que é a origem do mal. Pessoas melhores educadas se cuidam melhor, se movimentam melhor, não roubam ou forçam outros a fazer coisas, e principalmente gastam melhor.
Chegamos então a base, mas os resultados do investimento nessa base irão aparecer somente a longo prazo. Mas devido a essa falta de educação somada a vergonhosa distribuição de renda, a população nem deseja, ou mesmo só sabe o que é, algo que não tenha um resultado imediato.
Um bom exemplo da falta de educação, somada a manipulação do Estado e multiplicada pela busca de resultado imediato é o controle do preço da gasolina. Como que adquire e determina os preços é a Petrobrás (mais um exemplo do governo metendo o nariz em assunto que “não” entende em busca de resultados populares) e a mesma tem que adquirir combustível no exterior, ela adquire por um valor e o vende mais barato, absorvendo o prejuízo.
Com isso o seu lucro cai, os acionistas tem perdas e querem parar de receber as mesmas, para isso vendem as ações. Querem vender rápido, para tanto as vendem mais barato (para rapidamente serem compradas) isso diminui o preço da empresa no mercado. Como consequência outras empresas do país (mesmo de outros setores) como estão sujeitos ao mesmo humor do governo tem seus valores rebaixados. Então para adquirir mais dinheiro o país aumenta o juros que vai pagar aos empréstimos. Assim para valer a pena, já que o risco é maior os juros ao consumidor aumentam, logo os produtos ficam mais caros. A inadimplência aumenta, e por segurança mais juros. E como fica mais caro circular o dinheiro, o mesmo circula menos. Como consequência o lucro de empresas em geral diminui, e seus valores na bolsa também. Como as empresas do país valem pouco, o risco é alto, o dinheiro circula pouco, menos do que já circulava. Consequentemente é mal distribuído. O risco para emprestar dinheiro ao país aumenta, ficando o mesmo mal visto no mercado internacional – aka mundo, mais uma vez se aumenta os juros e novamente voltamos circulo, onde devemos pagar pela confiança.
E onde entram as privatizações?
Como eu disse no começo do texto o governo, Estado, deve cuidar do que importa. Por exemplo ele não deve fornecer e manter linhas de telefone, não deve possuir aviões de circuito comercial, não deve extrair e trabalhar minerais ou vegetais.
No caso da empresa ter que explorar algo natural como cultivo agropecuário, criação animal ou mesmo ter que extrair petróleo. O governo deve possuir participação, mas não controle sobre as formas de extração ou cultivo, e mesmo não deve controlar os empregos.
Pois se os empregos forem estáveis não há competição, sem competição não há evolução e sem evoluir o prejuízo combinada com a estagnação é apenas uma consequência do tempo.

Então essa ambição por polaridade (do governo) combinada com e preguiça e ganancia do povo nos leva a cair mais fundo no buraco, sem perceber essa queda, pois satisfações imediatas sempre são fornecidas para disfarçar o tamanho do buraco.