sonhos, delirios, palpites, ensaios, visões, opiniões...

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Estupra Mas Não Mata – Maluf

Antes de começarem a me xingar porque eu usei essa frase de título, devo avisar que eu só usei essa frase porque quando ela foi dita, acho que final da década de 80 ou começo de 90, foi justamente pela criatura acima citada (Maluf) e criou muita polemica.
E agora eu vou comentar algo recente que também esta gerando, ou gerou muita polêmica. Que é a Bolsa do Nascituro.
Primeiro vou deixar bem claro sou contra o aborto na maioria dos casos. Pois em todos os casos aborto é o assassinato de inocentes. Na maioria dos casos é culpar um inocente pela sua falta de educação e planejamento. Existem casos no qual o aborto é justificado, no caso de risco de vida de um dos envolvidos, no caso de feto sem cérebro, ou algum defeito/problema já existente.
No caso de estupro a decisão com certeza fica com a vítima, pois com certeza é um bebê indesejado gerado em um ato indesejado, mas que fique bem claro que mesmo nesse caso o feto não é culpado, e existem modos de antes do feto existir eliminar o probabilidade dele acontecer. Mesmo assim pode acontecer uma falha, mas o aborto (apesar de tudo) ainda é justificável.
Apesar de eu ser contra o aborto esse Bolsa do Nascituro é um estupidez sem tamanho, em outras palavras é estimular o estupro.
Se isso for aprovado é alimentar a irresponsabilidade. Com certeza vão surgir “estupros” combinados cujo objetivo é conseguir uma forma de renda.
Enquanto muitos são ambiciosos onde o objetivo é se esforçar para fazer e ganhar mais, no Brasil se estimula em fazer menos para ganhar algo.
O governo estimula e o povo gosta.

Brasil o país do futuro, dos futuros filhos “indesejados”.

sábado, 1 de junho de 2013

We are the Champions – Queen (ou) Loser – Three Doors Down

Seguem agora as opiniões e observações nada agradáveis para muitos, pois de certo modo vão exatamente contra a opinião dominante.
Eu não sou patriota, eu não gosto da paixão nacional (futebol), espero algum dia viajar – a passeio – para um lugar que realmente neve, não acho a língua portuguesa boa (acho que tem umas frescuras), mas reconheço se tratando de aspectos naturais o Brasil é um lugar ótimo, possui um vasto litoral combinado com um clima muito atrativo para os turistas, um solo bem fértil, o qual permite o cultivo de muitos alimentos vegetais e ainda um ambiente que facilita muito a produção de bovinos, suínos... e outros INOS (tipo de piada besta que eu não podia deixar passar).
E o que vemos???
Bom vemos um povo que é orgulhoso mas não se esforça, que considera correto de receber benefícios do governo sem oferecer nada em troca. Não apenas se orgulham de receber como reclamam e se manifestam em qualquer boato sobre o fim, sim eu ainda comentando sobre o boato do fim do bolsa família.
Algo que deveria ficar bem claro que este devia ser um benefício temporário, assim como é o seguro desemprego e junto com ele devia ocorrer um estimulo a colocação profissional. Cursos, capital inicial para um empreendimento com prazo para devolução. Mas ao invés disso temos o governo dando o benefício sem data para retorno ou fim, vemos o mesmo governo cobrindo buracos imediatos em vez de fazer um planejamento para reduzir seu custo e melhorar o desempenho de todos. Assim o governo cobre um buraco, nós rastejamos para beirada até acabar o estimulo a afundarmos novamente...
E isso não é oriundo desse governo, nem de algo tão recente. Dando um grande salto de volta no tempo, não grande enorme, lembrando da colonização.
Antes de alguém pensar que papo chato juro que é curtinho, e apesar de eu não ser um especialista ou mesmo um estudante de história, é bom a conhecer um pouco para entender a base dessa minhas teorias malucas.
Voltando a falar da colonização algo que sempre me vem a cabeça é qual o motivo de nossa colonização. Enquanto os Estados Unidos foram colonizados com o objetivo de formar uma residência, com colonizadores que realmente iriam habitar o novo terreno descoberto. Enquanto isso no Brasil, e acredito que em outros países da América Latina, fomos colonizados apenas com o fim exploratório. Sem objetivo de estabelecer residência, logo eram encaminhados para cá apenas profissionais para realizar essas explorações e pasmem presidiários.
Mas isso foi há muito tempo, cerca de 500 anos atrás, mas infelizmente as consequências vem se repetindo.
Lembrando mais um pouco novas aulas de história. Nossa independência não foi conquistada, ela foi comprada. Anos depois já com governos sofremos golpes militares, sofremos de hiperinflação somadas a trocas de moeda. E sempre fomos o país do futuro.
Recentemente apesar do povo não lembrar conquistamos a estabilidade e começamos a diminuir o tamanho do Estado. Aliás diminuir o tamanho do Estado novamente eu caio em um assunto no qual demonstro uma opinião diferente da maioria da população.
Privatização.
Primeiro vou colocar a minha visão do que é Estado e qual sua responsabilidade. Esclarecendo quando eu digo Estado eu me refiro ao país sendo administrado pelo governo federal. Coisas como o presidente, deputados e senadores.
Ainda existem os governos estaduais e municipais. Mas o poder desses dois é mais regional, e esses com certeza devem ser mais enxutos.
Assim o governo não deve executar coisas como extração de petróleo, instalação e monitoramento de linhas telefônicas, siderurgia, aviação, bancos e outras na quais executava ou ainda executa.
Certo mas por que o Estado não deve participar desse modo de tudo isso?
Porque uma vez que o Estado se envolve desse modo é eliminada a competição e é estabelecido um monopólio. Uma vez que quem estabelece as regras (impostos, burocracia) é o dono de um dos negócios, o já citado Estado.
Isso elimina ou dificulta muito a competição, e sem competição não existe melhoria. Nesse caso a competição é substituída por um monopólio, e junto com ele temos a estagnação.
A única empresa estatal que parece que competia era a NASA, porém o inimigo da NASA não era uma empresa semelhante em busca dos mesmos consumidores. Era uma competição entre países, que tinham como objetivo inovação. Que desejavam marcar o mundo, entrar para história.
Para mim isso deixa bem claro que o monopólio estatal é muito mais um obstaculo que uma ajuda. Obstáculo não somente para a inovação, como também para o foco.
Então qual deve ser o foco de um país?
O foco deve ser em desenvolver seus habitantes, em outras palavras desenvolvimento humano. (desenvolvimento humano, que coisa bonita de se falar, quem vê eu usando essa expressão vai achar que sou um estudioso do assunto)
Uma vez focando nesse aspecto alguns assuntos se mostrariam importantes, os principais seriam educação, saúde e segurança. Primeiro focando em educação básica, permitindo que mesmo os alunos mais pobres tenham condição de mudar sua vida. Não formando milionários, mas sim um país de classe média (um boa classe média) e não de poucos milionários e muitos miseráveis.
Não focar em faculdades, ajudar a pagar a mensalidade se as pessoas não tiverem base!!! Isso iria denegrir a faculdade, ela não poderia explorar o assunto que quer se os alunos não acompanham. Agora imaginem um aluno sem base alguma, ou uma base muito fraca, fazendo medicina na USP, ou economia na GV.
Por isso volto a dizer o governo deve parar de fazer marketing eleitoral e estimular a educação básica.
Outro aspecto importante é a saúde, novamente não liberando gratuitamente todos os casos, mas verificando e tratando os casos mais comuns, e de tratamento mais padrão. Inclusive criando vacinas e instruindo as pessoas a como evitar tais doenças. Isso iria melhorar o tratamento, aumentando quem pode atender nos casos mais comuns e diminuindo a fila de espera.
Sem contar que mais instruídas iriamos diminuir a quantidade de gravidez indesejadas (logo família sem planejamento) e de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis.
Chegamos então a segurança. Isso não é apenas corrigir, mas também é fazer precaução. Ou seja impedir que aconteça, não condenar quem fez.
Sem dúvida nenhuma segurança é algo que não pode, não deve ser privatizado. Mas também é muito influenciada por outros aspectos.
Fica bem claro que mesmo nessas duas últimas responsabilidades a educação tem muita influência, podendo diminuir as dificuldades, ou mesmo eliminar as mesmas.
No momento alguns devem estar se perguntando, sobre a economia. Essa com certeza é responsabilidade do governo, tanto que deveríamos ter 1 (UM!!!) banco público pra ajudar parte da população que não possui conhecimento financeiro.
Mas atualmente o governo gasta esforço e dinheiro para executar tarefas que não são o seu foco, enganando o povo e os iludindo com falsos momentos de felicidade.
Infelizmente nem todos (na verdade uma maioria) não pensa desse modo, logo continuam enxergando qualquer esforço de melhoria que pode cortar os benefícios no curto prazo, para realmente iniciar uma melhoria duradoura, não é bem visto pelo povo.

E o voto é obrigatório.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Nothing Else Matters - Metallica


Um pouco tarde esse texto, mas como boa parte dos habitantes desse país (quem sabe do mundo) eu deixei para depois.
Apesar de já ter passado alguns dias o assunto ainda está na mídia. Eu disse em meu último post eu falei sobre o comportamento comum nesse país, sobre a lei do mínimo esforço.
Vamos agora falar uma triste verdade: “O povo se esforça para não fazer nenhum esforço!!!”
Estranho dizer, mas é verdade.
Nesse final de semana dia 18 de maio foram divulgados boatos sobre o bolsa família. Coisas como haverá um bônus. Mas o mais divulgado e que mais movimentou as pessoas foi que ele ia acabar. Como foi imensamente divulgado essa notícia levou milhares de beneficiários aos bancos.
Essa é a maior prova de que o povo é acomodado. Benefícios como o bolsa família deveriam ser temporários, deveriam ser estímulos para que houvesse uma melhoria de vida, em outras palavras deveriam ser um investimento, não uma esmola.
Fica bem claro que quando ela foi criada era um investimento, esse chamado de bolsa escola, mas no governo Lula se popularizou, deixou de ser um investimento e passou a ser compra de votos.
Realmente é incrível como as pessoas não querem se esforça para melhorar sua vida, e como isso é estimulado.
Afinal criando essa dependência fica mais fácil conduzir as pessoas. Conduzindo as pessoas se fica popular, ficando popular se ganha poder.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

First and Last Always – Sisters of Mercy


Bom lá vou eu reclamar da sociedade mais uma vez, sabe na verdade eu me divirto vendo defeito e criticando, e ser (ou pelo menos parecer) o dono a razão as vezes faz bem.
Deixando de enrolar vamos direto ao assunto. As pessoas são egoístas, mas no geral vou falar dos brasileiros. Pois eu não tenho conhecimento sobre os outros países e os brasileiros reclamam muito, apesar de recebem muitos benefícios, aka: recompensas sem esforço.
Essas recompensas sem esforço criam ídolos e geram hábitos e costumes. Sem novamente tecer cometários sobre essa ou aquela celebridade, mas falando das pessoas em geral.
Com eu disse no começo as pessoas são egoístas, todas elas eu incluso.
Sim nem todas são iguais, umas são mais outras são menos, algumas vezes é feita sem ser percebido, outras sabe que está fazendo, pode ser que até sinta orgulho disso.
Mas a verdade é que em muitas vezes o povo é egoísta “sem querer”. Com aquele pensamento: Se todo mundo faz porque não vou fazer?? Serei o bobo nesse momento.
Infelizmente todos pensam assim, e todos ficam tentando tirar proveito de tudo e nada funciona direito ou é preciso uma esforço ou gasto extra para funcionar.
Porém como eu disse antes existe uma busca pela recompensa sem esforço, logo as pessoa se satisfazem como o funcionamento precário, ou não funcionamento, da coisas.
Ok vou parar de ficar filosofando sobre esse assunto senão ficarei me repetindo sem sair do lugar.
Agora o que me deu vontade de falar sobre esse assunto foi que esses dias eu precisei ir ao mercado, e devido as coisas que eu ia comprar precisei usar o carrinho.
Normalmente eu passo meu carrinho pelo corredor de saída do caixa, mesmo que não aja necessidade coloco minhas compras dentro dele novamente e levo o carrinho até o lugar que ele fica normalmente, perto da entrada/saída. Enquanto eu passava meu carrinho do lado do caixa e esperava as compras serem computadas (não é esse o verbo mas não pensei em nada melhor) e cobradas ouvi algumas criatura falando: “porque ele está cm carrinho do lado do caixa prejudicando a circulação”.
Achei estranho na hora, pois para mim o que estou/estava fazendo é o mais lógico, mas então pensei: esse infelizmente não é o comportamento padrão do brasileiro.
O comportamento padrão é fazer pouco esforço no dia a dia, já que outras pessoas podem fazer isso por ele. O comportamento padrão não se preocupado com a consequência de seus atos, ele apenas aproveita o momento.
Sim pode parecer chato esse meu comentário, mas infelizmente é o tipo de verdade que ninguém que comentar. Normalmente o brasileiro é folgado, quer conseguir as coisas com mínimo esforço, e quanto não consegue reclama. Não estou me excluindo não, posso não me comportar assim sempre mas eventualmente me comporto assim.
E infelizmente o Brasil estimula a isso.
Apenas abrindo um parênteses antes que alguém venha dizer que eu só vejo problemas aqui no Brasil. Falando bem por alto sabem a crise econômica que gerou os problemas nos EUA, aconteceram porque (por incrível que pareça) o sistema bancário dele estava (ou está) pior que o nosso. Pois aqui enquanto tínhamos a inflação galopante de cerca de 40% ao ano, fazendo contas bem por cima 3,3% a mês e 0.10% ao dia, só para comparar nossa meta de inflação hoje é 4,5% ano e estamos com 6,5% ano.
Voltando ao nosso sistema bancário, o mesmo tinha que ser bem rápido e eficiente, diferente dos EUA. Assim falhas como precatórios ruins que existiam lá (sub prime) não aconteceriam aqui tão facilmente.
Continuando com minhas críticas nesse povo folgado (brasileiros). Enquanto em alguns países os próprios consumidores de fast food (Mc Donalds e etc.) separam seu lixo em reciclável e não reciclável, aqui no Brasil existem funcionários no shopping responsáveis em recolher o lixo que é deixado nas mesas da praça de alimentação.
No meu prédio quando foram colocadas duas cestas no lugar que se recolhe o lixo de andar por andar, para separar o reciclável no não, os moradores misturam o conteúdo das duas cestas.
Assim a lei do mínimo esforço, e da reclamação, são dominantes por aqui.
Antigamente no antigo Orkut foi criado um tópico cujo a frase de apresentação era: O pior do Brasil é o brasileiro. No momento de sua criação muita polemica, e alguns protestos foram gerados.
Na época eu concordei com frase, a nada mudou minha opinião até agora. Se não mudarmos a mentalidade popular dominante não vai adiantar em nada a Copa, as Olimpíadas, o Bolsa Família, o aumentos do mínimo e da aposentadoria.
Com esse pensamento egoísta seremos sempre perdedores.

domingo, 12 de maio de 2013

Live and let Die – Paul McCartney


Eu ia colocar este texto no ar antes, para ser exato domingo, mas então pensei “Esse não é um bom assunto para abordar esse dia”. Bem que eu já coloquei esse assunto no ar (Walk of Life), mas sempre vem a minha cabeça, e novamente acho que devo expor minhas ideias sobre o assunto. Já que as mesmas não são nada convencionais. Para que não haja surpresas caso não se tenha lido ou clicado no tink acima já adianto vou falar de morte matada, para as pessoas mais cultas que não possuem o senso de humor doentio que eu tenho, chamamos de assassinato.
Além do já citado crime existe aquilo que podemos chamar de crime obscuro matar um feto, matar um condenado e matar alguém que deseja morrer.
No geral a população é a favor do aborto e contra a pena de morte. E se divide no caso de eutanásia.
Falando dessas duas primeiras é aquilo que já disse as pessoas são contra matar uma pessoa que matou ou prejudicou muito uma outra, e favor de matar uma pessoa que não tem culpa de nada.
Um dos argumentos usados para pelos que são contrários a pena de morte é que alguém preso pode se arrepender, que é um tipo de julgamento/decisão que ser for errado não existe volta, não tem como desfazer o erro.
Sim, agora imaginando o produto perfeito (tirem essa da matemática, é isso ou algo parecido), no caso de pena de morte só morreriam aqueles que merecem morrer, aqueles que optaram por matar uma ou mais pessoas, matar ou arruinar a a vida que vem a seguir de forma semelhante.
Em um mundo perfeito também não haveria abortos, não haveria gravidez indesejada, nem gravidez de risco.
Agora sinto dizer: O MUNDO NÃO É PERFEITO!!!
Como diria a mais sábia frase já desenvolvida: shit happens! (merda acontece!).
Então podemos dizer que o aborto acontecer por causa do risco da mãe é a mesma (ou algo próximo) de um inocente ser condenado a morte. Continuando esse raciocínio a proporção de condenar uma inocente a morte (aborto) e de preservar um assassino é a mesma.
Finalizando a explicação a população quer correr o mesmo risco de matar um inocente (aborto) ao de manter a sustentar um assassino.
Nesse momento alguém deve estar pensando raciocínio correto, mas são duas coisas diferentes. Infelizmente esse é o tipo de coisa que a maioria das pessoas pensa. Simplesmente enxergam o mundo por partes, não conseguem verificar que geralmente as coisas são apenas consequências das outras, que tudo que for planejado será melhor executado, mas isso é assunto para outro texto.
Já essa execução, com julgamento baseado no comodismo, é algo que apesar de não se admitir estimula a solução rápida de problemas, diminui a responsabilidade e elimina as dificuldades.
Mas isso é popular não, logo por que quem pode vai mostrar um pensamento diferente?

sábado, 4 de maio de 2013

Don't Lose Your Head – Queen


Fato importante e pouco divulgado o brasileiro é machista e preconceituoso.
Assim são gerados eventos como a atitude recém do deputado pastor (?!?) Marco Feliciano, em um projeto de “Cura Gay” que foi iniciado por João Campos do PSDB. Isso prova ser estúpido não impede que seja de governo ou oposição.

O mais importante é que quando a declaração é pública todos se mostram sem preconceitos, com a cabeça aberta e com capacidade de aceitar tudo. Isso é mostrado por Rafinha Bastos (veja no You Tube) em uma declaração que ele mostrou no CQC.
Em outras palavras todos parecem aceitar e dar valor a liberdade, mas na verdade essas pessoas apenas desejam parecer “bonitos na foto”.
Enquanto o Brasileiros não mudarem sua mentalidade o país não vai melhorar, enquanto continuarem a fingir que é um país livre Que na verdade ficam se proibindo, rotulando a tudo, não aceitando nada que fuja a seu padrão de “normalidade”.
Realmente ainda falta muito para esse país ser livre de verdade.


Finalizando com uma observação eu escolhi como título deste post uma música do Queen, cujo o vocalista era gay (era porque morreu, não foi “curado”) e na minha opinião é um dos melhores, se não for o melhor, músico/cantor que já existiu.

domingo, 28 de abril de 2013

The Dark End of the Street – The Commitments


Mais uma vez venho com meu manifesto que sempre levanta uma bandeira com dois eventos, que para muitos pode não estarem ligados, mas...
O que eu sempre reclamo é a EDUCAÇÃO é PRECÁRIA e o VOTO OBRIGATÓRIO. Sim muitos vão dizer coisas como “se o voto não fosse obrigatório a quantidade de votantes no Brasil seria muito baixa, e com certeza a maioria dos votantes o faria por interesse, como promessas e benefícios imediatos”. Concordo em parte, afinal com a educação que temos hoje o voto é por promessas e benefícios imediatos.
Qual destacamos como evento que melhor elevou a popularidade do concorrente, e consequentemente o elegeu??? Quem disse aumento do salário mínimo e das aposentadorias acertou.
Assim nas eleições o que oferece maior vantagem, e possibilidade de vitória, é a popularidade. Agora vou começar com aquilo que podem chamar de minha picuinha tradicional.
Quem é o político mais popular no momento???
Sim o querido de muitos Lula... uma das maiores consequências do voto obrigatório e da educação precária.
E como foi destacado: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada nesta terça-feira, 27, que não descarta se candidatar à presidência da República mais uma vez, em 2018.
Para mim é óbvio que independente de quem ganhar em 2014 ele vai concorrer em 2018, e que devido a popularidade do mesmo somada aos já citados voto obrigatório e educação ruim é bem possível que seja eleito.
Essa para mim é mais uma prova da capacidade de análise extramente precária, somada ao imediatismo. Vamos voltar um pouco no tempo, uns 20 anos...
Primeiro quero deixar bem claro que achei o FHC bem melhor que o Lula, mas continuando minha singela análise.
Somada aos que vivo citando, só pra repetir: voto obrigatório e educação precária. Podemos dizer que a eleição para os cargos executivos (prefeito, governador e presidente) é na verdade uma questão de popularidade.
Fernando Collor o primeiro presidente foi eleito por popularidade, inegável. Depois de todos o acontecimentos que gerou seu impeachment foi eleito FHC, esse porque ele propiciou o bem sucedido plano econômico brasileiro. Ele propiciou não elaborou.
Com isso ele foi eleito e mesmo alterando em cima da hora as normas ele foi reeleito. Mas no final de seu segundo mandato ele enfrentou dois problemas sérios. O primeiro uma crise econômica mundial que afetou diretamente o Brasil a segunda o efeito Lula, o qual não era bem visto para a economia mundial.
Chegamos a Lula, eu realmente não gosto dele, não dou nenhum mérito a sua gestão, mas admito o marketing pessoal dele é bom, ele foca no público certo, e consegue resultado. Tanto que ele conseguiu eleger sua sucessora.
Sucessora a qual apesar do povo não perceber está meio amarrada. Pois enquanto Lula deu sorte na economia a Dilma não está dando. O Brasil cresceu muito pouco em seus dois primeiros anos de governo, pois ela herdou o Brasil amarrado que o Lula a deixou.
Voltando ao que Lula afirmou no jornal eu não encaro como uma possibilidade, mas como uma afirmação. O Lula só não concorreu ao terceiro mandato porque a Bolívia alterou a constituição para que Hugo Chaves concorresse de sempre, e fazer o mesmo no Brasil não seria bom. Assim a Dilma foi colocada para um mandato somente, mas a denuncia do Valério no julgamento do mensalão novamente minou seus planos. (Que fique bem claro que é só uma suposição, logo estou apenas expondo meu pensamento) Fazendo considerar sua possível candidatura somente para 2018.
E acredito que se não ocorrer nenhuma grande mudança no país até o momento ele será eleito novamente.
Snif!