sonhos, delirios, palpites, ensaios, visões, opiniões...
domingo, 28 de abril de 2013
sábado, 27 de abril de 2013
Man!!! My name is Iron Man
Sim título
besta e não tem nada haver com o assunto do texto, mas fazer o que
me deu vontade de escrever essa bobagem...
Assisti
Homem de Ferro 3, agora se você não pelo menos um neo nerd
pode ser que você não entenda parte do texto que vem a seguir, e
até me xingue internamente. Só esclarecendo neo nerd é como eu
(inventei agora) vou chamar essas “criaturas” que descobriram o
mundo das bobagens nerd na era da internet.
Dando mais
detalhes eu sou um Old School Nerd. Criaturas que desenvolveram seus
hábitos e habilidades nerd da década de 80 (ou finalzinho de 70)
até o fim da década de 90. Quando o que tínhamos basicamente era a
TV aberta e a editora Abril com seus famosos formatinhos. Antes da
Old School Nerd temos os Nerd Ancestrais (mais uma bobagem que
inventei agora) aqueles que viveram em uma era antes da minha,
aqueles que viram o primeiro filme do Super Homem no cinema, aquele
de Christopher Reeve, que leram quadrinhos da Ebal, ou outros.
Ainda
fugindo do assunto do texto, e finalizando minha descrição e
explicação, antes que você comece a rir da minha cara com base
nessa minha visão do mundo. Podemos dividir as “raízes” nerd em
doís aspectos.
A primeira
a ser descrita vamos chamar de comportamental, que significa que você
gosta de filmes, livros, revistas, jogos e até brinquedos nerd. Mas
você encara tudo isso como uma passatempo, não deixa que esse
passatempo dirija a sua vida, não tenta impor seu gosto e suas
opiniões sobre esse assunto para os outros.
A seguinte
chamaremos de celular. Celular de célula (biologia) não do
telefone. O celular digamos que é um pouco mais grave (na minha
opinião), pois é algo sobre o qual não se tem controle, não se
quer ter controle. Então não existe o desejo de mudar, nem a
capacidade de aceitar uma opinião diferente da sua.
Assim as
“raízes” não são diretamente ligados aos “tipos” que eu
descrevi no começo do texto. Então pode existir um Nerd Ancestral
que seja comportamental e um Neo Nerd que seja celular.
Sim acabei
minha descrição, explicação, social dessa “raça”, portanto
voltarei ao assunto principal do texto.
Homem de
Ferro 3. Assisti e gostei, particularmente achei o melhor dos 3,
entretanto apesar de eu ter achado um bom filme, não achei uma boa
adaptação. Principalmente por causa de Robert Downey Jr, que fique
bem claro que eu não o acho um mal ator. Por causa dele não
aconteceu que normalmente acontece nas adaptações, que é o ator de
adaptar ao personagem, mas aconteceu o contrário que foi o
personagem se adaptar ao ator.
Nos
quadrinhos temos um Tony Stark bem mais sério, mais racional que
demonstra mais isso. No filme temos o Robert Stark (não o nome não
foi alterado no filme, essa foi mais uma das minhas liberdades sem
sentido que usei) mais brincalhão (bem mais), mais a cara de Downey
Jr.
Isso
explica e justifica por que eu achei Homem de Ferro 3 um bom filme
mas não uma boa adaptação. Falando de adaptações na minha
opinião a melhor adaptada até agora foi Watchmen, pois em sua
adaptações basicamente só foi alterada a linguagem, existem cenas
do filme que estão idênticas em quadrinhos.
Mas apesar
de ser uma das maiores representantes que houve na “revolução”
dos quadrinhos. Mas esse evento foi em 85/86 (não vou pesquisar pra
acertar em cheio). Logo muito do que foi usado, imagens, expressões
linguísticas, descrição de personagens e eventos, mais de vinte
anos depois não causam o mesmo efeito. Assim apesar de ser a melhor
adaptação de uma obra revolucionária, não foi alcançado o mesmo
sucesso.
Sucesso
que espero e acredito que Homem de Ferro 3 alcançará, pois apesar
de não ser uma excelente adaptação é um filme muito divertido.
terça-feira, 23 de abril de 2013
The loser in the end – Queen
Um dos
maiores erros é obrigar quem não sabe como fazer a fazer. Seria
algo como quem não sabe dirigir um carro mas sou obrigado a dirigir
o mesmo, ou coisas banais como eu não sei usar hashi (os talheres
de comida japonesa) mas o meu amigo japonês me obriga a fazer.
Agora por
que eu comecei o texto filosofando assim???
Para
começar falando (novamente) que o voto obrigatório é errado, é um
desperdício de esforço, é focar em uma facilidade que não vai dar
retornos importantes.
Vou citar
um exemplo que eu sei muitos vão me xingar, mas por favor façam
fila.
Urna
eletrônica ou urna digital, não vou ficar procurando para saber
como chamam. É o sistema para votação mais moderno do mundo, o seu
lançamento foi algo inédito e inovador.
Se alguém
verificar como nós colhemos o resultado em nossa eleição vai
pensar que somos um exemplo mundial a ser seguido, entretanto se essa
verificação for mais profunda, e verificar o resultado é colhido,
mas o foco é errado, principalmente a longo prazo.
Temos o
mais moderno sistema de votação, mas o voto é obrigatório.
Obrigam a escolher quem não sabe escrever ou ler, em muitos casos a
pessoa sabe desenhar o nome. Desenho pois se você não sabe o que
significa cada letra.
Isso gera
benefícios imediatos na proximidade de cada eleição. Assim temos
aumento do mínimo, disponibilização de crédito, eventos tais como
o bolsa família.
Somando o
voto obrigatório, as bondades de período de eleição, a
dificuldade de colher e selecionar informações com a incapacidade
de análise da população, somando isso temos heróis populares
criados.
Discutindo
agora a incapacidade de análise da população. Muitos não percebem
mas isso aqui não é um país, tirando poucas exceções isso é uma
gigantesca instituição de caridade. A qual se aproveita de
momentos, momentos que são usados para criar benefícios imediatos.
Mas esses
benefícios imediatos nem sempre são duradouros, na verdade
raramente são. Isso nos leva ao governo atual, o qual está se
mostrando prisioneiro de uma passado recente.
Admito que
a presidente (o certo é A presidentE, país ignorante) se mostrou
mais competente do que eu imaginava no começo de seu governo, mas
ela tem se mostrado uma tipica estadista comunista. Na qual o governo
deve possuir todo o meio de produção e decidir o que é mais
importante, um bom exemplo é a gasolina a qual a Petrobrás compra
no exterior por um preço e leva prejuízo ao repassar internamente
por um valor menor. Recentemente a Petrobrás perdeu posições no
raking de empresas mais valiosas do mundo.
Isso fora
a sua política de controlar a economia através do Banco Central
(que devia ser independente) ou tentar controlar o mercado bancário
através dos bancos públicos.
Excluindo
esse atentado a liberdade que acabei de citar, apesar de não admitir
seu governo tem se mostrado preso em promessas de popularidade e de
poder político.
E essas
promessas foram feitas por seu antecessor, o qual inclusive é o
motivo de eu feito esse texto. Sim o Lula.
A criatura
afirmou que pode voltar a se candidatar novamente em 2018. O pior é
que muito provavelmente ele se eleja. Independente de quem ganhar
agora em 2014.
Pois como eu disse antes ele conseguiu conquistar a
popularidade e o povo é imediatista.
domingo, 21 de abril de 2013
E SE FOSSE NA COPA? - Capa da Época de 22 de abril de 2013 (data de capa)
Quando eu
vi a notícia da maratona de Boston pensei: “Vou escrever algo,
afinal a Copa e as Olimpíadas estão chegando”.
Mas ter a
ideia não o mesmo que realizar, demorei um pouco pra fazer (uns
dias) e então a mesma ideia que eu tive foi matéria de capa da
Época.
Mas eu sou
cabeçudo e teimoso, logo vou escrever mesmo assim.
Na matéria
da Época dá se entender que o Brasil já estava se preparando, com
esse acontecimento recente ficou mais preocupado e melhorou seu
preparo.
Bom eu não
penso a mesma coisa, pra variar vou criticar e vou tecer meus
maldosos comentários.
Eu já
falei, não gosto de futebol, não vejo nenhuma graça do esporte.
Mas não o odeio, pelo contrário acredito (assim como a maioria dos
esportes) praticar tem seu benefício. Esportes em geral fazem bem a
saúde, e não só isso citando futebol pode melhorar seu raciocínio
sobre o espaço, fazer você pensar sobre estratégias em com chegar
a um objetivo específico. Mas como praticamente tudo exagero e
devoção doentia fazem mal.
Falando de
exagero chego aos torcedores, não todos... uns 90%, fanatismo seja
no que for é prejudicial. Se você for fanático por cinema e
televisão pode ler pouco (quase nada), se você é fanático por
leitura pouco se movimenta, se for um esportista fanático pode ficar
sem conteúdo, se você ficar observando tudo e tecendo comentários
tendenciosos em um blog você pode se achar o senhor da razão (ops)
eu ao isso mas não levo minha assim, tá.
Voltando a
Copa, melhor aos dois grandes eventos esportivos que irão ocorrer,
Copa e Olimpíadas, e se o Brasil está preparando para realizar
esses eventos de forma segura.
Na minha
sincera opinião não está, não inteiramente por culpa do Brasil,
afinal ele não realizou eventos de tamanha grandeza. Ele nunca foi
sede das Olimpíadas e foi sede da Copa a mais de 50 anos atrás
(acho que nesse tempo o mundo mudou), e ele agora além de sediar
tais eventos será um vitrine para o mundo. E durante esse tempo que
o Brasil ficou afastado os atentados mudaram, se modernizaram,
melhoraram (atentados, terrorismo, fanatismo, kamikazes, lutas por
Alá... chamem como quiser).
Como tudo
melhorou e o Brasil nunca foi alvo, ele não evoluiu nesse aspecto,
logo ele não sabe como agir. E fato dele não saber como agir não
é sua culpa, mas o fato dele nunca ser alvo desse tipo de atentado,
já que não seria interessante ou causaria efeito atacá-lo já é
outro assunto.
Assim a
possibilidade de acontecer algo e do Brasil não estar preparado para
lidar não é pequena. Logo além de estar pronto para impedir o
Brasil deve estar pronto para lidar com as consequências.
sábado, 20 de abril de 2013
Should I Stay or Should I Go - The Clash
Sou
paulistano, não acredito no PT... logo não voto em seus candidatos.
Aqui em São Paulo temos apenas um partido que faz uma oposição que
seja relevante, esse partido é o PSDB. Antes que me acusem de
tucano, ou privatista, deixo bem claro. Entre ele e o PT ele é o
menos pior, ele não muda sua declaração quando assume o poder, não
ignora acontecimentos anteriores não assumindo culpa e recebendo
elogios. Existe mais para que eu fale, principalmente sobre economia,
sobre o governo petista mas isso fica para outra vez.
Vou falar
de uma pessoa, de um simbolo, de José Serra.
Não vou
ficar tecendo elogios sobre o mesmo, até porque na minha opinião
ele não merece, não pelo como tem se comportado agora.
José
Serra foi, ou é, competente. Eu mesmo não lembro tudo que ele fez
mas posso citar algumas coisas. Quando ele foi ministro no governo
FHC ele criou o genérico o que reduziu muito o custo dos
medicamentos, a poucos anos atrás quando foi Prefeito e Governador
aqui em São Paulo ele criou o Nota Fiscal Paulistana e a Paulista
(uma do Governo do Estado a outra da Prefeitura) que depois foi
copiada por outros estados, melhorou o Bilhete Único, que foi criado
na gestão PT, reduzindo fraudes e integrando com o metrô.
Mas seu
maior problema é que ele é egocêntrico, isso faz com que ele
largue as coisas na metade e tente subir mais alto. E mesmo falhando
tente novamente sem que o intervalo seja longo.
A única
história de sucesso que eu conheço, resultado da persistência foi
Lula. Sucesso porque ele conseguiu se eleger, não que tenha feito um
bom mandato, na minha opinião não foi bom.
Esse
egocentrismo não só o prejudica, como prejudica seus aliados. Sem
contar que como muitos de seu partido não o apoiam dessa maneira,
ele fica sem demonstrar uma posição e resolve a colocar em jogo de
última hora.
Particularmente
eu acho que ficar escondendo o jogo, para fingir um ato surpresa,
algo ruim. Acredito que devemos assumir e permitir que aqueles que
vão nos escolher nos avaliem.
Então
ficamos nesse jogo no qual o candidato do PSBD já foi escolhido, mas
infelizmente não assume para variar se deixa pra depois, e o Serra
se esforça para se manter escondido.
Querendo
aparecer na última hora e demostrar seu interesse (como fez nessa
última prefeitura de SP) ou mudar de partido.
Acredito
que ele tenha visto que demonstrar seu interesse na última hora não
funcione (ele perdeu a eleição de SP), agora eu acho que a criatura
vai mudar de partido.
Será que
ele acredita que vai levar seus eleitores consigo, ele acredita que
possui eleitores em quantidade suficiente para o eleger?
Na minha
opinião ambas as respostas são negativas.
Ele deve
aprender a dar oportunidades, aprender a melhor aproveitar suas
conquistas.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Money for Nothing – Dire Straits
Continuando
meu último texto sobre empresas públicas e privadas. Houveram
comentários sobre a parte financeira, mais especificamente sobre os
bancos.
Primeiro
vamos deixar bem claro: ser pseudo-comunista é errado.
Explicando:
Pseudo-comunista é quem acha errado o lucro dos outros, porque outro
lucram e você não. Pseudo comunista é quem acha que devíamos
dividir a riqueza, pois a riqueza no mundo é enorme. Primeiro
deixando bem claro pseudo-comunista, e também quem for comunista, a
riqueza não é somente o resultado de uma ação qualquer. Riqueza é
o acumulo de lucro!
E o lucro,
ou lucrar, não é errado. O lucro vem do sucesso. Sucesso é um
resultado positivo. Esse resultado positivo vem de um esforço.
Esforço usado para se vencer um desafio. Desafio que é resultado de
uma competição.
Logo se no
mundo não existisse lucro não haveria competição. Logo sem
competição o mundo seria comunista, onde tudo é de todos. Mas sem
competição sucesso, sem sucesso não teríamos esforço e sem
esforço não venceríamos desafios.
Se tudo
fosse assim ainda estaríamos na idade da pedra com rodas quadradas,
e sem fazer como os Flintstones.
Antes de
continuar quero deixar bem claro que o comunismo não é um ideal
errado, é apenas impossível agora. Antes de dividir tudo e
minimizar o esforço, todos devem alcançar o sucesso. Para poder
dividir o sucesso de todos, e não dividir o esforço de poucos. Mas
para fazer isso devemos criar uma base decente, para que todos possam
partir do mesmo. Vou parar e voltar a falar de bancos ou então
ficarei a continuar meus delírios desse assunto.
Quando eu
disse que o corrento seria o país reduzir a sua participação no
mercado através de privatizações, assim como reduzir a sua
participação no mercado reduzir o seu tamanho, e como consequência
seu custo.
Sim falo
do custo Brasil. Sendo que ele não só custa caro, como cobra
errado!
Brasil é
um país continental, logo muito grande, possui um clima bom,
pouquíssimos ou quase nenhum desastre natural. Mas o sistema de
transporte que é usado é precário e caro, assim temos o país
ligado por estradas para automóveis e caminhões. Que são caras
para fazer, que se custa tempo e dinheiro para percorrer. Bom esse é
o resultado de como o país se desenvolveu de forma errada.
Apenas
para comentar antes que eu volte a falar de bancos temos dois
exemplos para citar. Novamente falando da ilhota que é o Japão,
onde apesar dos N desastres naturais as ferrovias funcionam muito
bem, estamos “importando” o trem bala. E mais uma vez citando os
EUA, que como eu já disse foi coloniado para habitação e aqui para
prisão, onde apesar de ser maior que o Brasil, de terem muitas
estradas de asfalto, ainda usam muito a sua malha ferrovia.
E onde
isso se liga aos bancos????
Se você
voltar 20 anos no tempo irá perceber que a distância do Brasil
quando falamos de informação era ainda mais difícil de percorrer.
Isso porque o nosso sistema bancário era um dos melhores do mundo,
com inflação de 40% ao ano o dinheiro não tinha tempo para
esperar. E mesmo assim existia problemas para transporte.
Somando
isso aos impostos, onde como eu já disse o governo cobrar muito e
usa errado.
Certo mas
porque o bancos públicos agem de forma diferente???
Por um
simples, triste e real motivo. Os bancos públicos são pau mandado.
Assim
podemos dizer que eles não estão preocupados como resultado, pois
nunca irão falir. Mas o mesmo raciocínio não se aplica aos bancos
privados.
Na verdade
a qualquer empresa privada, como eu disse antes lucro é sucesso, e
sucesso é uma necessidade.
Os bancos
privados correm risco, ele não possuem o colchão do governo para
cair, eles possuem acionistas, e esses acionistas querem resultado ou
então abandonam o barco. Retirando eu dinheiro (em ações não como
correntistas) do banco, o que deixa mais difícil dar resultado...
criando assim um circulo até o banco quebrar.
Concluindo
minha explicação, caso ainda não tenha ficado claro, é por isso
que os bancos cobram tanto pelo empréstimo e remuneram tão pouco
que aplica. Os bancos precisam dar lucro e ter segurança para um
eventual mudança de humor do governo.
Finalizando
minha opinião sobre a privatização dos bancos, deixo bem claro que
devido ao custo brasil
e a o
nível educacional inexistente... digo predominante... na população,
o país deveria manter um banco publico, para melhor educar a
população, estimular investimentos em habitação e infraestrutura.
Mas esse banco não deveria possuir preocupações com o lucro, pelo
menos não possuir esse tipo de preocupação provisoriamente ante o
povo se educar.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Going Blind - Kiss
Bom eu não
sou nem um pouco patriota. E posso dizer que em muitos aspectos eu
penso de forma diferente da maioria. Antes que alguém ache que eu
esteja me “gabando”, a verdade é que ser diferente possui o lado
bom e o lado ruim.
Então
vamos falar de um assunto que sempre é colocado na moda, e na minha
opinião o povo pensa errado, logo diferente do que eu penso
(hehehe), propriedade pública e particular.
Em outras
palavras privatização!!!
A maioria
do público, na verdade quase todos, mesmo aqueles que estudaram, são
contra a privatização. A impressão que têm é que estão sendo
roubados, que essas empresas são patrimônio do povo e que elas
estariam iguais se não fossem privatizadas.
A verdade
é que o povo acha que é dono, e essas empresas fingem que são
sérias. Mas o povo não é dono, e as empresas estatais são muito
amarradas.
Se o povo
fosse dono das empresas estatais, já que o voto é obrigatório,
haveria uma distribuição de lucros nacional ou pelo menos teríamos
investimentos maiores em educação e saúde.
Colocando
desse modo mesmo as empresas que apresar de públicas não investem
nada no país, pelo contrario até causam prejuízo.
Prejuízo???
Sim,
afinal elas ficam como eu já disse amarradas e viram cabides de
empregos.
Amarradas
pois nelas não é perseguida a inovação, por exemplo antes da
privatização o telefone era visto como um bem, semelhante a um
apartamento/casa e existia uma lista de espera para a instalação de
um telefone, e com isso um mercado negro, onde essas linhas eram
vendidas por preços “especiais”.
E cabides
de empregos pois empregos em cargos bem remunerados são preenchidos
através de recomendações e indicações politicas. Isso sem contar
aqueles que entram através de concursos públicos sem indicação.
Em grande parte apesar do mérito de ter conseguido superar o
obstáculo da prova e dos concorrentes temos depois a garantia do
emprego que gera acomodação.
Esses dois
aspectos fazem que as mesmas ficarem estacionadas no tempo, não se
modernizarem.
Conheço
apenas dois exemplos de empresas estatais que inovaram, uma delas não
é brasileira e sua inovação é bem evidente: a NASA.
A outra é
brasileira é a Petrobras, ela conseguiu em alguns momentos. A
criação do Pró-Álcool, com esse nome na década de 80 depois o
abastecimento através de álcool foi retomado agora chamado de
Etanol. Mas essa mesma empresa que inovou no passado hoje se encontra
politicamente presa. Já que o preço da gasolina dispara no exterior
logo ela é obrigada a comprar por mais e vender por menos. E
programa do Etanol (combustível renovável) fica lento,
considerando que agora “temos” o Pré-Sal. Apesar de ainda não
ter capacidade de explorar.
Isso se
mostra ainda mais amarrado pois em crises econômicas, onde o governo
vê a necessidade de estimular o mercado cria programas para
aquisição de veículos particulares. Insinuado que isso estimula a
industria, logo empregos e serviços relacionados, logo a circulação
de dinheiro e assim a economia. Na verdade isso funcionou uma vez,
mas agora que foi tentando depois de uma pequena pausa na funcionou
muito bem.
Voltando
ao assunto sobre estímulos públicos e privados, algo que eu
considero essencial não estimulado, pelo contrário parece
esquecido. Apesar dos governos negarem.
Educação.
Educação
de base: a pré-escola, o primeiro e o segundo grau. Dando maior
enfase a base. Mas hoje acontece exatamente ao contrário, temos uma
base ruim com uma boas universidade públicas. Por exemplo temo
muitos alunos de escolas particulares em faculdades como a USP. E em
vez de melhorar a educação básica vemos a criação de cotas.
Considerando
esses aspectos que apresentei volta a deixar bem claro a minha
posição de ser a favor da privatização. Privatizando teríamos o
fim, ou pelo menos a redução, dos cabides de emprego e consequente
maior foco nos aspectos que realmente podem melhorar esse país de
forma concreta. A já citada educação.
Mas é
claro que esse é um investimento de logo prazo, e o povo não pensa
a longo prazo. Em parte devido a “maratona” econômica que
aconteceu nesse país antes do Plano Real, quando em menos de 10 anos
trocamos de moeda umas 5 vezes ou maís.
Finalizando
temos como pensamento comum de que aquilo que é do Estado é do
povo, que essas empresas não são acomodadas e inertes, e que inovar
não é uma necessidade.
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