sonhos, delirios, palpites, ensaios, visões, opiniões...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

...And Justice for All – Metallica

Acabou de ser televisionado o resultado do julgamento de Lindemberg, mesmo sem acompanhar fiquei sabendo que ele foi condenado a pena máxima.
Mas sinceramente eu acho que todo esse apelo popular, aumentado pela mídia é algo desnecessário e apelativo.
Não que eu o achasse inocente ou que não devia ser condenado... apenas acho que seu julgamento foi demasiadamente divulgado e muito explorado. Agora sinceramente, sendo bem frio, sua condenação em nada muda a minha vida, ou mesmo de qualquer pessoa que seja próxima de mim.
Novamente afirmo não acho que ele fosse inocente ou que ele tivesse uma razão justa para o que ele fez, apenas acho que foi um acontecimento muito explorado.
Existem fatos que eu observei durante a declaração de parentes de Eloa (no caso a vítima) que eu prefiro não comentar.
Eu não sei como é em outras nações, não sei se acontecem com mais frequência e como são divulgados. Aqui pelo que eu sei esse tipo de julgamento é algo raro, só lembro de ter visto um parecido o do caso dos Nardoni. Outro caso que foi muito divulgado.
Sendo frio novamente tanto o caso Nardoni ou esse de Eloa nada implicam na minha vida. Novamente afirmando eu não acho que em nenhum dos casos os que foram julgados eu os achava inocentes, apenas acho que foram muito divulgados. Divulgados não com o objetivo de se fazer justiça, divulgados com o objetivo de ganhar credibilidade e futuramente transformar essa credibilidade em dinheiro.
Que fique bem claro que eu não acho isso ruim, não sou do tipo hipócrita que diz que dinheiro não é importante.
Voltando ao julgamento no caso esse foi explorado, sem implicar na vida da maioria das pessoas. Mas e os políticos que roubam, casos que ficam bem públicos como do mensalão? E no caso de Collor que recebeu o impeachment e anos depois foi eleito senador.
Apenas acho que a população realmente tem que ver o que é importante para ela, e como isso vai realmente impactar sua vida.
Do que adianta se importar com justiça quando não o impacta e quando se pode dar um “jeitinho” o fazer sem pestanejar??

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Who wants to live forever? - Queen

Hoje fui ao enterro de um antigo chefe, digamos que até que amigo. Muito do que foi descrito o ilustrava como um gênio visionário, uma pessoa que enxergava as oportunidades... que as vazia acontecer.
Falando a verdade no enterro de uma pessoa sempre serão exaltados os méritos de uma pessoa, seja ela quem for.
Mas algo realmente me surpreendeu, essa cerimonia estava lotada... foi um dos que eu achei mais cheio. Sinceramente não imaginava que fosse ser assim.
Realmente a imortalidade biológica até agora é impossível, mas viver na memória das pessoas é algo que se consegue conquistar, logo é possível.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Right Here Right Now – Van Halen

Não consigo entender (na verdade consigo e explico depois) um povo que tanto idolatra a liberdade, que e orgulha de ser livre, que se se orgulha por aceitar muitas coisas e acaba fazendo isso. Estou falando do povo brasileiro.
Liberdade!!! Para mim o mais essencial para a felicidade.
Antes que me corrijam é mais importante que o amor e mais importante que o dinheiro, pois tendo liberdade você pode escolher se realmente vale a pena lutar por aquilo que você deseja, se vale a pena conquistar (ou poder comprar). Assim se pode escolher se a recompensa vale o suficiente.
Mas eu não vou ficar discutindo ou expondo o que é mais importante. Vou apenas falar sobre liberdade.
Mais uma vez Rafinha Bastos, aquele que era - parar mim ainda é só estão esperando o momento certo para o seu retorno – do CQC.
Depois do problema que causou usando a Wanessa Camargo, na minha opinião motivo besta para a reclamação, mas apoida pelo povo igualmente besta. Ele agora foi processado pela APAE por ter usando deficientes como alvo de sua piada. Novamente na minha opinião motivo estúpido para reclamação e para fazer tanto barulho.
O povo nesse pais metido a besta (o Brasil tá) é humilhado diariamente pela falta de estrutura no trânsito, falta de educação publica descente, falta de um bom transporte público. Um pais onde é ensinado que o ingrediente mais importante para felicidade é o dinheiro, e fica mais feliz quando um pouco de dinheiro é distribuído.
E como é dito no final do vídeo que coloco a seguir, escolhe como alvo alguns alvos mais fáceis de serem atingidos. É claro nesse momento ignorando a tão festejada e desejada liberdade.
O Brasileiro no geral é um povo besta(que acha que não é), direcionado por manipuladores.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Man in the box – Alice in chains

Começou hoje (dia 25) a proibição dos mercados e semelhantes, acredito, em São Paulo a fornecem sacolinhas de plástico na compras.
Eu sou a favor, apesar de saber que no começo irá me prejudicar, já que na minha opinião estamos mal acostumados a receber essas sacolinhas e usá las desde a maneira “nobres” como sacos de lixo. Mas em muitos casos as mesma são simplesmente jogadas pelas ruas.
Isso gera muitos problemas principalmente nos esgotos. É claro que se o povo fosse educado a proibição não seria necessária, mas a verdade é que educação e informação nesse país dá pouco resultado.
Apesar de ser a favor, hoje quando fui ao supermercado, como eu tinha esquecido que a proibição começar acabei não levando uma sacola. Assim acabei lavando eu do na mão. Como eu não comprei muita coisa e o mercado não era longe de casa não tive dificuldades em carregar.
Mesmo sendo a favor eu sei que futuramente isso vai me gerar problemas, mas antes enfrentar os problemas que foram causados por mim do que a consequência da falta de educação do povo!

domingo, 22 de janeiro de 2012

I Want to Break Free – Queen

No meu último texto eu citei que o mercado apenas esperava o surgimento de um modo para evitar a pirataria fácil, para começar a mudar o meio de distribuição de seus produtos. Fazer tudo pelo meio digital com um custo menor e um preço melhor.
Bom ao contrário do que foi dito nos EUA, que é a principal fonte desse tipo de produto, tentaram criar leis chamadas pelo nomes de S.O.P.A. e P.I.P.A.
O principal objetivo dessas leis é diminuir a livre troca de arquivos que acontece na internet, em outras palavras diminuir a pirataria.
Apesar do propósito dessas leis serem bons, ela tem falhas e não deu certo. Principalmente porque os idealizadores dessas leis não percebem que o mundo está mudando.
Na tentativa de preservar o que já foi conquistado, acabam mimando a evolução. Felizmente eles foram “avisados” do que iria acontecer.
Volto a repetir é preciso encontrar um meio de impossibilitar ou tirar a vantagem (principalmente financeira) do consumo de produtos piratas. Mas realmente proibir através de leis antigas.
É o mundo precisa mudar, as pessoas precisam mudar... elas não sabem, ou fingem que não, ainda.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

No Particular Place to Go – George Thorogood & the Destroyers

Poxa faz tempo que não escrevo aqui, muito tempo, muito mesmo... pior é que nem são falta de ideias é a falta de tempo/organização.
Falando em organização vou começar a falar sobre o cinema que eu fui e sua fila.
Eu tentei assistir Sherlock Holmes no cinema, mas devido a falta de informação/preparação acabamos não fazendo mais do que entrar na fila.



Bom sobre organização e sobre não fazer tudo em cima da hora (planejamento) eu falo em outro texto. Nesse agora eu vou comentar uma conclusão que cheguei enquanto estava na fila do filme.
A verdade é dura mas o cinema está em uma franca decadência.
Com a velocidade da divulgação/comunicação combinado com a evolução tecnológica e tudo isso somado ao conforto. Citando ainda o fator custo, já que um filme somada a sua eventual refeiçãoza é mais caro que o aluguel de um lançamento na locadora mais cara.
Assim por que uma pessoa pagaria para ver um filme em um lugar que pode não ser tão confortável como a sua casa, em um conjunto de som e imagem que pode ser parecido ou até pior do que se tem em casa.
Infelizmente hoje o que incentiva é o simples fator que o cinema tem uma velocidade maior para lançamentos, a qual hoje devido ao mercado informal (aka pirataria) essa velocidade/exclusividade está acabando.
Deste modo o que realmente deveria incentivar o cinema não seria o filme, mas deveria ser o fator social. Assim o cinema deveria ser mais do que simplesmente assistir aos lançamentos, ele deveria ser colocado com algo social, como um evento, um encontro com amigos etc...
Isso aumentaria o custo, já que o cinema deveria oferecer maior conforto, mais opções de lazer, bebidas e comidas, e até um fone de ouvido para quem realmente gostaria de assistir o filme sem ser incomodado.
Mas como eu disse antes o cinema como meio para única e exclusiva divulgação de filmes está em decadência. Umas das poucas coisa que ainda o sustenta é sua preferência na fila de lançamentos, mas tende a acabar, principalmente quando os estúdios e distribuidoras encontrarem um meio de eliminar ou diminuir de forma efetiva a pirataria.
Então enquanto não houver um forte investimento para transformar o cinema em um evento social, o qual com certeza iria aumentar seu custo (logo o preço), assim iria diminuir o seu publico alvo... mas ao mesmo tempo iria selecionar mais o mesmo.
Isso iria reduzir o lucro por empresa, e diminuir o número de empresas ativas nesse mercado, mas apesar de termos um publico menor, o mesmo seria mais fiel. Semelhante ao que aconteceu ao teatro.
Mas com certeza esse não é o interesse das empresas ligadas ao assunto atualmente, isso faz com que o público mais exigente se torne mais seletivo, ou mesmo desista dessa forma de entretenimento.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Think Different – Apple

Senhores a pouco tempo foi divulgada a notícia da morte de Steve Jobs. Jobs um dos fundadores da Apple, e com certeza o seu principal idealizador.
Agora ele é uma celebridade, mas ele construiu isso.
Tudo se originou em suas idealizações, e na forma que ele as apresentou. Aqui está uma caracterisca que poucas vezes é destacada. 
Sua ótima capacidade de comunicação.
Quando ele intervia na criação dos produtos da Apple uma das coisas que mais o preocupava, mais ele exigia ele a iteração com o usuário. Logo em como o usuário se comunicava com o aparelho.
Quando ele se encarregava da apresentação dos produtos, ele sempre se preocupava em destacar uma característica a qual poderia nem ser a tecnicamente mais importante, mas com certeza seria a que tem maior impacto. Impacto gerado quando é comunicado.
Assim não digo que ele não era tecnicamente competente, mas a sua principal característica era ser um ótimo comunicador.